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Jaguariuna disputa “The Run For a Million” em Las Vegas no mês de agosto.

  • há 1 dia
  • 2 min de leitura


O competidor jaguariunense, Rafael Gottardo Fabrin, de 19 anos, conquistou o 1º lugar em sua categoria (Amador) para as disputas do “The Run For A Million” que acontece em agosto, em Las Vegas (EUA), um dos maiores palcos da Rédea mundial.



Rédeas é uma prova técnica de hipismo western em que o cavaleiro e o cavalo realizam um percurso pré-determinado, composto por círculos, giros, paradas bruscas e recuos. O objetivo principal é demonstrar a máxima harmonia, obediência e o controle total do animal, que deve responder aos comandos com suavidade e sem resistência.




A vaga veio durante as disputas das classificatórias no evento que acontece até o próximo domingo, dia 28, em Avaré e a conquista leva o nome de Jaguariúna e da Rédeas brasileira para a arena internacional.




Rafael ainda está envolvido nas provas “Potro do Futuro”, cuja final acontecerá na noite de sexta-feira, dia 26, bem como do “Campeonato Mundial de Jovens”, que também acontece na sexta, onde o jaguariunense estará representando o Brasil nas disputas.




O evento marca o encerramento oficial da temporada hípica 2025/2026 da Associação Nacional do Cavalo de Rédeas (ANCR) e, nesta edição, ganhou dimensão ainda maior ao colocar o Brasil no centro do cenário mundial da modalidade com a realização da World Youth Reining Cup, competição internacional que conta com representantes de 16 países, transformando o município em uma verdadeira vitrine global do cavalo esportivo.



O crescimento da modalidade Rédeas acompanha uma transformação silenciosa, mas extremamente relevante dentro do mercado equestre brasileiro. Nos últimos anos, o Brasil vem ampliando investimentos em genética importada, treinamento de alta performance, reprodução de linhagens americanas e profissionalização de centros de treinamento especializados, movimentando cifras milionárias em leilões, reprodução e comercialização de animais.





Eventos como o de Avaré consolidam um movimento que vai muito além das pistas: mostram que o país começa a disputar espaço diretamente com mercados historicamente dominantes como Estados Unidos, Canadá e Europa, especialmente dentro das modalidades western.




Foto: Divulgação

 
 
 

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